domingo, 17 de agosto de 2014

Aprendendo com o poder de Jesus: (1) sobre a natureza

Marcos 4.35-41

De Marcos 4.35 a 5.43 temos a narração de quatro milagres realizados por Jesus e cada um deles revela o seu poder de modo diferente: 1º) Mc 4.35-41revela o seu poder sobre a natureza; 2º) Mc 5.1-20revela o seu poder sobre as forças do mal; 3º) Mc 5.25-34revela seu poder sobre as enfermidades; e 4º) Mc 5.21-24; 35-43revelam seu poder sobre a vida e a morte.

Hoje, vamos ver o poder de Jesus sobre a natureza e o que ele tem a nos ensinar:

I. As lições da tempestade – vv.35-37

1. As tempestades fazem parte da vidav.36b.

2. Deus permite as tempestades da vidav.35, 37.

3. Jesus está conosco nas tempestades da vidavv.35, 36.

II. Duas verdades importantes sobre Jesus – v.38

1. A humanidade de Jesus – uma humanidade sem pecado – v.38a.

2. A divindade de Jesus – sua tranquilidade revelada no seu descanso sobre a almofada, pareceu para os discípulos um descaso, mas era um simples descanso na soberania divina – v.38b.

Concluindo – Três lições práticas do milagre de Jesus sobre a natureza:

1ª) Tempestades são oportunidades de milagresv.39.

2ª) Tempestades são necessárias para aperfeiçoar a nossa fév.40.

3ª)  Tempestades nos ensinam algo novo sobre Jesus – v.41.

Pr. Walter Almeida Jr.
IBL Limeira 10/08/2014

Panorama do AT – Gênesis (Descida para o Egito)

Gênesis 37-50

No estudo anterior:

ü Vimos que o conteúdo do livro de Gênesis, pode ser estudado em três partes: 1ª) Primórdios – Gn 1-11; 2ª) Patriarcas – Gn 12-36; e 3ª) Descida para o Egito – Gn 37-50.

ü Vimos, também, que na primeira parte, o período dos primórdios, se resume em três expressões: Criação, Dilúvio e Babel. Na segunda parte, o período dos patriarcas, em três nomes: Abraão, Isaque e Jacó. E na terceira parte, o período da descida para o Egito, em três fases: Até o Egito, até a exaltação e até a morte.

ü E terminamos afirmando que Abraão é o exemplo do homem de fé, que Isaque é o exemplo do homem pacifista e que Jacó é o exemplo do homem convertido. E que, a principal lição dos patriarcas é esta: “nossa vida deve ser dirigida por Deus”.

Hoje, vamos estudar a terceira parte do livro – Descida para o Egito – Gn 37-50.

Na verdade, essa lição poderia ter como tema “os caminhos da providência divina”, pois, de modo extraordinário, Deus agiu para a realização das promessas que havia feito a Abração, a Isaque e a Jacó. Mas, antes, vimos as promessas que Deus fizera aos patriarcas, agora, veremos o começo do seu cumprimento.

Na família de Jacó e na biografia de José, temos de forma clara os caminhos da providência de Deus que vamos estudar em três pontos: 1º) A família de Jacó (início da biografia de José) – Gn 37, 38; 2º) A peregrinação e ascensão de JoséGn 39-45; e 3º) A descida da família de Jacó para o Egito Gn 46-50.

I. A família de Jacó (início da biografia de José) – Gn 37, 38

1. Gn 37.1 – esse versículo informa que nem Isaque nem Jacó, haviam tomado posse da terra da promessa – Canaã.

2. Gn 37.2a – Estas são as gerações de Jacó... A versão ARA traduz assim: Esta é a história de Jacó. Na biografia de José temos a história da família de Jacó – Gn 37.2-50.26.

3. Gn 37.2 – Já havia passado onze anos desde a volta de Jacó com a sua família, para a terra de Canaã (cf. Gn 30.22-24 José havia nascido seis anos antes da saída de Harã).

4. Gn 37.2c-4 – José seguiu os passos de fé e obediência de seu pai e se tornou o seu favorito para ser o líder da família, após a sua morte. Isso é o que dá a entender a capa de cores feita por Jacó. José ficou em uma situação pouco confortável diante de seus irmãos que, “cultivavam um profundo ódio a ele em razão da relação especial entre ele e seu pai”[1]. (cf. 37.1-11)

5. Gn 37.5-11 – A família de Jacó, bem como ele mesmo, “reage negativamente às indicações divinas de que um dia José se tornaria seu líder e receberia honrarias da parte deles”[2].

6. Gn 37.12-36 – O ódio dos irmãos de José culmina em uma conspiração bem-sucedida de vendê-lo como escravo e enganar a seu pai, fazendo-o crer que José fora morto por um animal selvagem.[3]

7. Gn 38 – Essa narrativa oferece um vislumbre da corrupção externa à qual estava exposta a família de Jacó (Israel) em seu contato com os cananeus. “O sincretismo religioso cananeu e o inclusivismo ameaçavam absorver a quarta e última geração dos herdeiros de Abraão”[4], mas, a providência divina bem como a soberania de Deus preservou a sua linhagem escolhida.

II. Peregrinação e Ascensão de José – Gn 39-45

1. Gn 39.1-41.57 – Vemos aqui a providência divina de abençoar a família de Jacó por intermédio de José, permitindo sua ascensão ao poder no Egito devido a sua fidelidade e pureza moral, mesmo em meio a muitas injustiças.

a.    Gn 39.1-6fidelidade e honestidade no trabalho.

b.   Gn 39.7-20fidelidade e pureza moral nas relações interpessoais.

c.    Gn 39.21-23fidelidade e comportamento irrepreensível na adversidade.

d.   Gn 40 fidelidade e disposição de servir a Deus.

e.    Gn 41 fidelidade e prudência no servir a Deus.

Deus exalta José a uma posição de honra, inferior apenas à de Faraó, e provê-lhe uma família, cujos filhos têm nomes que refletem seu compromisso com Deus[5]41.51, 42.

Um conjunto grande de circunstâncias contribuiu para fazer dele o homem mais influente, no país mais influente do mundo”[6] da época, o Egito!

2. Gn 42-45 – A interação entre José e seus irmãos foi o meio pelo qual Deus expurgou da família de Jacó (Israel) a contenda e o engano que prejudicavam sua unidade e ameaçavam sua própria sobrevivência.[7]

III. A descida da família de Jacó para o Egito – Gn 46-50

1. Gn 46.1-47.27 – A descida da família de Jacó para o Egito “garante a sua sobrevivência física, sua pureza racial e sua preservação espiritual”[8].

2. Gn 47.28-48.22 – Temos aqui as “provisões feitas por Jacó para a continuidade da aliança e sua ligação com a terra de Canaã”[9].

3. Gn 49.1-28 – A benção patriarcal profética de Jacó a seus filhos define o futuro daquele grupo na história e na geografia de Israel.[10]

4. Gn 49.29-50.26 – Os relatos das mortes de Jacó e de José deixam em aberto o cumprimento das promessas divinas e da esperança de retorno a Canaã debaixo da bênção de Deus.[11]

Concluindo – Lições para aprender da família de Jacó e da vida de José?

1)  Uma família, mesmo a melhor, tem problemas relacionais que devem ser resolvidos em família. Uma família dividida contra si mesma não subsiste;
2)  Dois tipos de experiências perigosas na vida de José: uma, quando uma pessoa é muito rebaixada; outra, quando uma pessoa é muito exaltada.
3)   Saber interpretar a ação divina em nossa vida; conhecer nosso lugar; e ver Deus como o nosso protetor e como o nosso juiz.

Pr. Walter Almeida Jr.
IBL Limeira 15/08/2014


[1] Pinto, Carlos Osvaldo Cardoso. Foco e Desenvolvimento no Antigo Testamento, Editora Hagnos, Primeira Edição, 2006, p. 52.
[2] Ibid., p. 52.
[3] Ibid., p. 53.
[4] MacArthur, John. Bíblia de Estudo MacArthur, SBB, 2010, p. 69.
[5] Pinto, p. 55.
[6] Ferreira, Júlio Andrade. Conheça sua Bíblia, Volume 1 – Gênesis a Levítico, LPC, 2008, p. 33.
[7] Pinto, p. 55.
[8] Ibid., p. 56.
[9] Ibid., p. 57.
[10] Ibid., p. 57.
[11] Ibid., p. 57.

Boletim IBL Limeira - Nº 66 - 17-08-2014

domingo, 10 de agosto de 2014

Panorama do AT – Gênesis (Patriarcas)

Gênesis 12-36

No estudo anterior vimos:

ü Como são chamados os primeiros cinco livros da Bíblia – Pentateuco. E que no entendimento dos hebreus, a Lei de Deus tem cinco partes e toda ela está ali, naquele livro. Para eles o Pentateuco é a totalidade da Lei Divina. Portanto, Pentateuco significa livro em cinco volumes.
ü Que Gênesis vem de uma palavra grega e significa origem ou princípio e, que na Bíblia hebraica, o livro recebe o nome correspondente à primeira palavra do livro Bereshit, que é traduzida comumente para o português por “No princípio”.
ü O conteúdo do livro de Gênesis que, pode ser estudado em três partes: 1ª) Primórdios – Gn 1-11; 2ª) Patriarcas – Gn 12-36; e 3ª) Descida para o Egito – Gn 37-50.
ü Na primeira parte, o período dos primórdios, se resume em três expressões: Criação, Dilúvio e Babel. Na segunda parte, o período dos patriarcas, em três nomes: Abraão, Isaque e Jacó. E na terceira parte, o período da descida para o Egito, em três fases: Até o Egito, até a exaltação e até a morte.
ü Terminamos estudando os Primórdios – Gn 1-11, em suas três fases: Criação, Dilúvio e Babel.

Hoje, vamos olhar com mais atenção, a segunda parte do livro de Gênesis: PatriarcasGn 12-36Abraão, Isaque e Jacó.

I. Segunda Parte – Patriarcas – Gn 12-36 – Abraão, Isaque e Jacó.

1. Abraão – Gn 12.1-25.18 – Os pontos importantes da sua vida são:

a.    Sua descendência – Gn 11.10-32 – Nos vv.10-26 temos “uma lista seletiva de dez gerações registrada com o propósito de mostrar a ascendência de Abraão”.[1] Nos vv.27-32 temos a família de Abraão começando por Tera, seu pai, e seus dois irmãos Naor e Harã. A saída de Tera de Ur dos Caldeus com a intenção de ir para Canaã, mas sua parada e morte em Harã.

b.   Seu chamado – Gn 12.1-3 – Aqui Abraão ainda era chamado de Abrão. Abrão significa pai exaltado. “Essa passagem é a promessa cujo cumprimento perpassa toda a Escritura (de fato ou em expectativa) até Apocalipse 20”.[2] O chamado de Abraão foi acompanhado de algumas promessas feitas por Deus. Dentre elas, temos três que são as mais importantes encontradas, aqui, no texto. Elas são enfatizadas de modo especial no restante do livro e são básicas para o entendimento do restante do Antigo Testamento: 1ª) A promessa da terra (12.1, 7; 15.18-21) – De 12.4 a 14.24 temos a confirmação de sua fé nesta promessa (13.12; 14.6, 17, 18, 19, 21); 2ª) A promessa de ser uma grande nação (12.2) – De 15.1 a 17.27 temos a confirmação de sua fé nesta promessa (15.2, 4, 18; 16.1-3; 16.12; 17.7, 8, 11; 17.16, 19, 21); e 3ª) a promessa de proteção e descendência abençoadora (12.3; 18.18; 22.18) – De 18.1 a 19.38 temos a confirmação de sua fé nesta promessa (18.16-19; 18.22, 23; 19.16, 29).

c.    Sua humanidade – Apesar de sua generosidade e da sua fé, Abraão era pecador e caiu na fraqueza da sedução e mentira – Gn 12.10-20; 13.7-18; 16; 20.

d.   Sua Fé – Temos um resumo de sua vida de fé em Hebreus 11.8-19. (cf. Gn 12-25) Então, podemos afirmar que: Abraão é o exemplo de homem de fé.

2. Isaque – Gn 25.19-36.43 – Os pontos importantes da sua vida são:

a.    Seu casamentoGn 24. Uma história comovente de fé e esperança.

b.   Seu chamado na confirmação da promessa feita a Abração seu pai – Deus confirma a promessa feita a Abraão e faz a promessa também a Isaque, enfatizando os mesmos três importantes elementos anteriores: 1º) terra – Gn 26.2b, 3; 2º) grande nação – Gn 26.4a; e 3º) proteção e descendência abençoadora – Gn 26.3b, 4b, 5.

c.    Sua humanidade – Apesar de ser pacífico e da sua fé, Isaque era pecador e caiu na fraqueza da mentira – Gn 26.

d.   Sua Fé – Isaque seguiu os passos de seu pai – Hebreus 11.20. (cf. 27.1-28.5) Isaque é o exemplo de homem pacifista – Gn 26.12-35.

3. Jacó – Gn 27-36 – Os pontos importantes da sua vida são:

a.    Seu nascimentoGn 25.19-27 – O nascimento de Jacó e seu irmão Esaú deu início a dois povos – israelitas e edomitas. A luta dentro do ventre da mãe, Rebeca, prefigurava o futuro antagonismo que haveria entre duas nações que procederiam dos gêmeos, Esaú e Jacó – v.23.

b.   Seu chamado na confirmação da promessa feita a Abração e a Isaque – Deus confirma a promessa feita a Abraão e a Isaque e faz a promessa também a Jacó, enfatizando os mesmos três importantes elementos anteriores: 1º) a terra – Gn 28.13; 2º) a grande nação – Gn 28.14a; e 3º) a proteção e descendência abençoadora – Gn 28.14b, 15.

c.    Sua humanidade – Apesar de ser pacato e da sua fé, Jacó era pecador e caiu na fraqueza da mentira e do engano – Gn 27.35, 37.

d.   Sua fé – Jacó demorou um pouco para seguir os passos de fé de seu avô Abraão e de seu pai Isaque, mas, após um encontro pessoal com Deus, ele passou a servi-lo corretamente – Gn 32.22-32; Hb 11.21. Assim, Jacó se tornou o exemplo do homem convertido.

Concluindo

Vimos como Abraão é o exemplo do homem de fé, como Isaque é o exemplo do homem pacifista e como Jacó é o exemplo do homem convertido. A principal lição dos patriarcas é esta: “nossa vida deve ser dirigida por Deus”.[3]

Enquanto a pessoa não se encontra realmente com Deus, não dá o passo definitivo na vida. Nada tem significação sem a decisão de servir aos propósitos divinos, decisão feita, de uma vez para sempre.[4]

Pr. Walter Almeida Jr.



[1] Ryrie, Charles C. A Bíblia Anotada, SBB e MC, 2007, p. 17.
[2] MacArthur, John. Bíblia de Estudo MacArthur, SBB, 2010, p. 32.
[3] Ferreira, Júlio Andrade. Conheça sua Bíblia, Volume 1 – Gênesis a Levítico, LPC, 2008, p. 28.
[4] Ibid., p. 28.

Boletim IBL Limeira - Nº 65 - 10/08/2014

domingo, 27 de julho de 2014

Jesus – suas escolhas, sua família e os seus críticos

Marcos 3.19-35

Na mensagem anterior, tratando nesse mesmo capítulo vimos:

ü  Que Jesus estava enfrentando a oposição em meio ao sucesso. Ele estava, aqui, no auge da sua popularidade ministerial. Jesus é o maior líder espiritual e com ele não foi diferente, pagou o preço de trabalhar enfrentando a oposição.
ü  Que no início do capítulo, Jesus sai para a beira mar, porque os religiosos da sua época, no caso fariseus e herodianos, chegaram a um acordo de como o matariam – vv.6, 7a E, tendo saído os fariseus, tomaram logo conselho com os herodianos contra ele, procurando ver como o matariam. E retirou-se Jesus com os seus discípulos para o mar...
ü  Que as necessidades humanas motivam as pessoas a irem ao encontro de Jesus; que não existe distância ou obstáculo que possa impedir um necessitado de buscar a Jesus; e que o testemunho de pessoas das grandes coisas que Jesus fazia motiva as pessoas a irem a ele.
ü  Como Jesus tratou as pessoas que o buscavam: Ele recebeu a todos, curou as pessoas física e espiritualmente, ensinou a todos e impediu que o demônio o manifestasse.

Hoje, vamos tratar das respostas dadas por Jesus sobre a sua família e aos seus críticos. Mas, antes, vamos ver, em síntese, a escolha dos apóstolos feita por Ele.

Nesse capítulo, além do já citei, temos a dinâmica do ministério de Jesus: Ele vai a sinagoga3.1, à praia3.7, e para casa3.20. Mas o texto diz que ele foi, também, ao monte – vv.13-19. Nesses versículos, onde lemos que Ele subiu ao monte, e chamou para si os que ele quis; e vieram a ele. E nomeou doze para que estivessem com ele e os mandasse a pregar, E para que tivessem o poder de curar as enfermidades e expulsar os demônios... Aprendemos três lições importantes:

1ª) LiçãoA soberania da escolha de Jesusv.13a – ... chamou para si os que ele quis...;

2ª) LiçãoOs propósitos da escolhav.14b, 15 – ... para que estivessem com ele e os mandasse a pregar, E para que tivessem o poder de curar as enfermidades e expulsar os demônios... Era uma tarefa tríplice: comunhão, missões e libertação completa.

3ª) LiçãoA particularidade da escolhavv.16-19 – cada um foi chamado pelo seu nome e com a sua personalidade.

Outra lição que aprendemos aqui é que, alguém para ser apóstolo, nesse sentido, precisa ter sido pessoalmente escolhido por Jesus, ter sido testemunha ocular da ressurreição de Jesus e qualificado para ensinar ou escrever com autoridade divina. Por isso, nesse sentido, ninguém pode ser apóstolo hoje.

Agora, vamos ver como Jesus reagiu à atitude de sua família e as críticas de seus inimigos:

I. Primeiro – A atitude da família de Jesus – Jesus está fora de si – v.21.

1. vv.20, 21 – Temos aqui duas informações importantes sobre Jesus: 1ª) Jesus era um homem de família – Ele morava em Nazaré e temos registros bíblicos suficientes sobre a sua família, pai, mãe e seus irmãos e irmãs – Mt 12.46, 47; 13.55; Mc 6.3; Lc 8.19, 30; Jo 2.12; 7.32-35; 2ª) Os seus familiares não criam nele e acharam que ele estava sofrendo de um transtorno mental – Jo 7.5.

2. A resposta de Jesus a atitude de sua família foi dada nos vv.31-35. Temos aqui duas verdades importantes: 1ª) Servir a Deus, isto é, fazer a sua vontade exige uma definição de prioridadesvv.32, 34; 2ª) Qualquer pessoa que fizer a vontade de Deus é integrante da família de Jesusv.35a – e isso exige arrependimento, fé e confissão.

II. Segundo – A crítica dos inimigos de Jesus – Jesus está possesso pelo príncipe dos demônios – v.22.

1. Jesus dá uma resposta dupla à crítica dos seus inimigos:

1ª) Uma resposta lógica (argumento lógico) – vv.23-26 – Satanás não trabalharia contra si mesmo!

2ª) O segredo de sua vitória sobre os demônios está na sua missãov.27. Esse é um argumento teológico de Jesus – seu nascimento, sua vida e sua missão (morte e ressurreição).

Concluindo

Jesus termina sua resposta à atitude da sua família e a crítica dos seus inimigos com uma exortação muito séria – vv.28-30. Que é blasfêmia contra o Espírito Santo? No contexto, é uma atitude consciente e deliberada dos fariseus de negar que a fonte do poder pela qual Jesus cura e liberta não provem do Espírito Santo de Deus.

Algumas perguntas para respondermos pessoalmente: 1ª) Fazemos parte da família de Deus pela fé em Jesus? 2ª) Quem tem a prioridade em nossa vida? 3ª) Como vemos a obra de Jesus hoje?

Pr. Walter Almeida Jr.
IBL Limeira – 27/07/14

Boletim IBL Limeira - Nº 64 - 27/07/2014